De acordo com um estudo realizado pelo Conselho de Pais para a Televisão (PTC, na sigla em inglês) a indústria da TV americana promove o adultério e a promiscuidade nos programas de maior audiência.O relatório denuncia que as redes de TV quase não mostram cenas sexuais no contexto do casamento ou as representa como uma "carga", enquanto acentua atrativos de outros tipos de relações.
Os dados reunidos sobre conteúdos exibidos pelas principais redes dos EUA refletiram que as cenas de adultério superaram em uma proporção de dois para um as imagens íntimas de casais. Além disso, o sexo sem casamento superou por quatro a um as relações sexuais matrimoniais.
"A TV sugere que muitos buscam minar o casamento ao tratá-lo de forma negativa. Mas mais problemático que a glorificação do sexo extraconjugal é a obsessão por ensinar comportamentos que há uma década teriam sido impróprios para a televisão", afirmou o presidente do PTC, Tim Winter.
Referências a situações sexuais que antes não apareciam em horário nobre, como relações grupais, de mudança de casal, pedofilia, necrofilia e fetichismo, se encontram agora na programação de forma abundante.
"Comportamentos que antes eram vistos como imorais ou socialmente destrutivos receberam sinal verde da indústria da TV. Recentes estudos mostram que as crianças são influenciadas por essas mensagens", assegurou Winter.
A pesquisa se baseou em horários de maior audiência das emissoras "ABC", "CBS", "FOX", "NBC" e "CW" durante quatro semanas no início da temporada 2007-2008 da TV, entre setembro e outubro do ano passado.
A "ABC" foi a rede com mais alusões a sexo no casamento, "embora a maior parte delas negativas", segundo menciona o relatório, que destaca que nesse mesmo canal o sexo sem casamento prévio apareceu em um contexto positivo.
(Jornal de Apoio)






O Juiz De Sanctis pôde recusar a sua “promoção” para não ser afastado do caso Daniel Dantas, mas a mesma sorte não teve o delegado Protógenes Queiroz (Foto). Ao retornar ao trabalho depois de quatro meses afastado providencialmente para fazer um curso de aperfeiçoamento em Brasília, recebeu a notícia de que não fazia mais parte do setor de Inteligência da PF. A Operação Satiagraha foi sua última missão. Agora ele passará a delegado especial, cargo máximo da carreira na Polícia Federal. Mas antes, terá que defender-se das acusações que pesam sobre ele por ter tido a ousadia de investigar e prender o banqueiro da era da privataria. Depois de saber do seu desligamento para promoção, Protógenes pediu 15 dias de licença para preparar sua defesa no inquérito conduzido pela Corregedoria da PF. A acusação é de ter deixado vazar informações da Operação Satiagraha para a mídia. A promoção é excelente para o delegado em termos salariais. Por outro lado, a Inteligência da PF ficará mais burra sem o seu investigador de banqueiros.


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Clóvis Carvalho, secretário municipal de Governo em São Paulo, circula pela cidade em seu carro com vidros adesivados: "Sou tucano, voto Kassab". Carvalho, ex-ministro de FHC, foi um dos fundadores do PSDB e agora, trabalhando com Serra, apóia Kassab (DEM). Pessoas próximas a Geraldo Alckmin não negam a possibilidade de o tucano deixar o partido caso não vá para o segundo turno com Marta na disputa pela Prefeitura da capital. Alckmin nega que esteja pensando em sair, mas o clima não está nada bom dentro do ninho tucano. Além de levar à TV as primeiras inserções vinculando Kassab à administração de Celso Pitta, a campanha de Alckmin preparou uma coletânea de cenas do adversário tomando posse como Secretário de Planejamento do então prefeito e fazendo elogios ao antecessor, Paulo Maluf. Como se vê, não é só o PT que tem facções. 
















