Segundo noticia divulgada no jornal O Estado de São Paulo, dia 18 de março de 2008, dois projetos de lei em tramitação no Congresso estão causando polêmica devido à facilidade com que conferem o título de teólogo a líderes religioso. Para ser teólogo, bastaria “praticar vida contemplativa” ou “realizar ação social na comunidade”.O primeiro projeto de lei, do Senador Marcelo Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, reconhece o não-diplomado que há mais de cinco anos exerça efetivamente a “atividade de teólogo”.
O segundo projeto, de autoria do ex-deputado Victorio Galli, pastor da Assembléia de Deus, abre mais o leque: “Teólogo é o profissional que realiza liturgias, celebrações, cultos e ritos; dirige e administra comunidades; forma pessoas segundo preceitos religioso das diferentes tradições, orienta pessoas, realiza ação social na comunidade, pesquisa a doutrina religiosa, transmite ensinamentos religioso, pratica vida, contemplativa e meditativa e preserva a tradição”.
Esse perfil abrange todos os padres, pastores, ministros, obreiros e sacerdotes de todas as religiões. O número passaria de um milhão, pela estimativa do Conselho Federal de Teólogos, com base em dados do IBGE.
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